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terça-feira, 9 de junho de 2026

Mais um capítulo na história da Escola Estadual Almirante Tamandaré

 

Klayta Ramalho e Betânia Valentim durante entrevista concedida para esta matéria.

Klayta Ramalho e Betânia Valentim iniciam um novo ciclo à frente da Escola Estadual Almirante Tamandaré, instituição que há 44 anos integra a história da educação em Extremoz.

A história da Escola Estadual Almirante Tamandaré se confunde com a própria história do Conjunto Estrela do Mar e com o crescimento urbano de Extremoz nas últimas décadas. Inaugurada oficialmente em 1º de março de 1982, a instituição nasceu em um contexto singular: foi construída juntamente com o conjunto habitacional criado para atender famílias ligadas à Marinha do Brasil.

Originalmente, o Estrela do Mar foi planejado para abrigar servidores civis e militares da Marinha. Na ocasião de sua inauguração, o empreendimento contou com a presença do então Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Maximiano Fonseca, além de autoridades estaduais e municipais.

A escola recebeu o nome de Joaquim Marques Lisboa (1807–1892), o Almirante Tamandaré, patrono da Marinha Brasileira. Segundo relatos de antigos moradores, a instituição chegou a ser administrada pela própria Marinha em seus primeiros anos de funcionamento, antes de passar à administração do Governo do Estado na segunda metade da década de 1980.

Aos 44 anos de existência, a Escola Estadual Almirante Tamandaré consolidou-se como uma das mais importantes instituições educacionais de Extremoz, formando gerações de estudantes e tornando-se uma referência para a comunidade.

                                  Registro da Escola Estadual Almirante Tamandaré nos primeiros anos de funcionamento.

Ao longo de sua trajetória, a escola acompanhou as transformações do bairro e da cidade. As fotografias preservadas pela comunidade revelam um tempo em que o Estrela do Mar ainda possuía poucas construções, ruas cercadas por coqueirais e uma população que começava a construir sua identidade coletiva.

Essas imagens não apenas registram a história da escola, mas também ajudam a compreender a própria formação urbana de Extremoz.

Desfile cívico realizado em 1983.

Mais de quatro décadas após sua fundação, a Escola Estadual Almirante Tamandaré inicia uma nova etapa de sua história com a posse da diretora Klayta Ramalho e da vice-diretora Betânia Valentim.

Mais de quatro décadas após sua fundação, a Escola Estadual Almirante Tamandaré inicia uma nova etapa de sua história com a posse da diretora Klayta Ramalho e da vice-diretora Betânia Valentim. Para conhecer melhor as expectativas para este novo ciclo, conversamos com as gestoras sobre os desafios, prioridades e perspectivas para a comunidade escolar.

Klayta Ramalho: participação, inclusão e transparência

Para Klayta Ramalho, assumir a gestão da escola representa um grande desafio, mas também uma oportunidade de crescimento e aprendizado.

Segundo ela, as prioridades da nova gestão serão o fortalecimento da inclusão, a ampliação da participação da comunidade escolar e a construção de uma gestão pautada pela transparência.

“Queremos uma escola mais participativa, onde estudantes, famílias, professores e servidores compreendam que todos fazem parte desse processo.”

Ao falar sobre o que a motivou a assumir a direção da escola, Klayta destacou o incentivo recebido de pais, estudantes e colegas professores.

“Foram os próprios estudantes, as famílias e os professores que me fizeram acreditar que eu poderia contribuir ainda mais para a escola e para a comunidade.”

A diretora também ressaltou que o objetivo da gestão é fortalecer o sentimento de pertencimento.

“A escola é feita por todos. Queremos uma escola mais leve, mais participativa e mais inclusiva.”

Betânia Valentim: compromisso com a educação pública

Para a vice-diretora Betânia Valentim, assumir a gestão da Tamandaré representa um compromisso com a educação pública e com a história da instituição.

Entre as prioridades apontadas por ela estão a aprendizagem dos estudantes, o acolhimento e a inclusão, especialmente dos alunos com necessidades educacionais específicas.

“O que mais me motiva é contribuir para a formação dessas crianças e desses jovens, pensando na melhoria da qualidade de vida futura deles e de suas famílias.”

Betânia também destacou a importância do trabalho coletivo.

“Nosso compromisso é desenvolver ações que contemplem todos os segmentos da escola, respeitando as necessidades de cada um e fortalecendo o trabalho em equipe.”

 

                                                       Desfile cívico realizado em 1983. Acervo da família Cabral.

Uma história que continua

As imagens dos primeiros anos da escola mostram estudantes desfilando pelas ruas ainda cercadas por sítios e áreas pouco urbanizadas. Hoje, a paisagem mudou. Extremoz cresceu, novos bairros surgiram e a escola tornou-se uma das principais referências educacionais da cidade.

Entretanto, algo permanece inalterado: a missão de educar.

A chegada da nova gestão representa mais uma etapa de uma trajetória iniciada em 1982. Uma história construída por estudantes, professores, servidores, famílias e gestores que, ao longo de 44 anos, ajudaram a transformar a Escola Estadual Almirante Tamandaré em um patrimônio afetivo da comunidade.

Como toda instituição viva, a escola segue se renovando sem perder suas raízes. E assim, entre memórias preservadas e novos desafios, a Tamandaré continua escrevendo sua história. Porque a história da Escola Estadual Almirante Tamandaré continua sendo escrita todos os dias.

Fontes e agradecimentos

A pesquisa histórica utilizada nesta matéria reúne informações publicadas anteriormente pelo projeto Pedalando na História, registros do jornal Diário de Natal de 1982 e documentos relacionados à fundação do Conjunto Estrela do Mar e da Escola Estadual Almirante Tamandaré.

As fotografias históricas foram gentilmente preservadas pela família Cabral e compartilhadas com a comunidade por meio da página Histórias de Extremoz, coordenada pelo pesquisador Ricardo Barros, cujo trabalho de preservação da memória local tem contribuído significativamente para o conhecimento da história do município.

Texto e pesquisa histórica: Leandro Soares @pedalandonahistoria1


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Ricardo Barros e a arte de guardar histórias

Há pessoas que constroem prédios, abrem estradas ou levantam monumentos. Outras realizam uma tarefa menos visível, mas igualmente importante: preservam memórias.

Em Extremoz, um dos nomes que tem se dedicado a esse trabalho é o memorialista Ricardo Barros, idealizador do projeto Histórias de Extremoz. Em tempos de informações rápidas e esquecimentos igualmente rápidos, sua iniciativa segue na direção contrária: reunir fotografias antigas, documentos, relatos de moradores e fragmentos da história local para que o passado continue dialogando com o presente.

Quem acompanha suas publicações percebe que não se trata apenas de divulgar imagens antigas. Cada fotografia recuperada, cada depoimento registrado e cada documento compartilhado ajudam a reconstruir a trajetória de pessoas comuns que, muitas vezes, não aparecem nos livros oficiais, mas foram fundamentais na construção da identidade da cidade.

O trabalho de Ricardo nos lembra que a história não está apenas nos grandes acontecimentos. Ela também vive nas ruas que mudaram de nome, nas casas que já não existem, nas festas populares, nos antigos pescadores, nos agricultores, nos professores, nas famílias que ajudaram a formar a comunidade e nas paisagens que o tempo transformou.

Para quem pesquisa a história de Extremoz, o projeto Histórias de Extremoz tornou-se uma importante fonte de consulta. Para os mais jovens, representa uma oportunidade de conhecer uma cidade que existia antes deles. Para os mais velhos, muitas vezes, é um reencontro com lembranças que pareciam adormecidas.

Recentemente, tive a oportunidade de encontrar Ricardo Barros durante uma conversa sobre memória, patrimônio e história local. Como idealizador do projeto Pedalando na História, considero fundamental valorizar aqueles que dedicam seu tempo e seus esforços à preservação da nossa identidade cultural. Mais do que registrar lugares, tenho procurado registrar pessoas que ajudam a manter viva a memória de Extremoz.

Foi com esse espírito que me aproximei do trabalho de Ricardo. Seu esforço em reunir fotografias, documentos e relatos merece ser conhecido e reconhecido pela comunidade. Afinal, a preservação da memória é uma tarefa coletiva, construída por muitas mãos: pesquisadores, professores, escritores, fotógrafos, artistas, lideranças comunitárias e cidadãos comprometidos com sua cidade.

Ao longo de sua trajetória, o Pedalando na História tem buscado justamente criar pontes entre essas iniciativas, aproximando o público de pessoas que desenvolvem trabalhos relevantes para a cultura e a educação patrimonial de Extremoz. Não se trata apenas de contar histórias do passado, mas de reconhecer aqueles que hoje se dedicam a garantir que essas histórias não sejam esquecidas.

Preservar a memória é uma forma de resistência. É afirmar que as histórias das pessoas importam e que o patrimônio de uma cidade não é formado apenas por seus edifícios e monumentos, mas também pelas experiências, lembranças e afetos de sua gente.

Ao reunir e compartilhar essas narrativas, Ricardo Barros presta um serviço valioso à cultura local. Seu trabalho ajuda Extremoz a reconhecer suas raízes e compreender melhor a própria identidade.

Porque uma cidade que conhece sua história caminha com mais segurança em direção ao futuro.

Leandro Soares

Pedalando na História

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Agora faça a sua

A autoria em tempos de inteligência artificial

Diante de uma imagem criada por inteligência artificial, de uma capa de livro produzida com auxílio de algoritmos ou de um texto elaborado em diálogo com máquinas, tornou-se comum ouvir a provocação: “ficou bonito, agora faça a sua”. A frase parece simples, mas revela uma ideia profundamente enraizada de autoria: a de que criar seria um ato puramente individual, quase artesanal, livre de mediações técnicas. No entanto, a própria história da cultura humana mostra exatamente o contrário. Toda criação sempre esteve atravessada por ferramentas, linguagens e tecnologias. O pincel ampliou a mão do pintor. A prensa revolucionou a escrita. A câmera transformou a arte visual. O computador alterou radicalmente a produção gráfica e literária. Em cada época, houve quem enxergasse essas mudanças como ameaça à autenticidade da criação humana.

Quando a fotografia surgiu no século XIX, muitos artistas afirmaram que ela destruiria a pintura. Diziam que apertar um botão jamais poderia ser considerado arte. Mais tarde, o mesmo ocorreu com o cinema, com a música eletrônica e até com os softwares de edição digital. Hoje ninguém questiona que um fotógrafo seja autor de sua obra apenas porque utilizou uma câmera. Reconhecemos autoria no olhar, na escolha do enquadramento, na sensibilidade e na intenção estética. Foi isso que Walter Benjamin percebeu em A Obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica: as tecnologias não eliminam a arte; elas transformam a maneira como a arte é produzida, percebida e compartilhada. A inteligência artificial talvez represente apenas mais uma dessas grandes mudanças históricas na relação entre técnica e criação.

Nesse ponto, o pensamento de Vilém Flusser torna-se especialmente atual. Em Filosofia da Caixa Preta, Flusser argumenta que as imagens técnicas surgem da relação entre o aparelho e o sujeito que o opera. A câmera não cria sozinha; ela depende de escolhas humanas. O mesmo acontece com a inteligência artificial. O algoritmo organiza probabilidades, mas não possui memória afetiva, experiência existencial ou intenção simbólica. Quem produz sentido continua sendo o humano: aquele que imagina, seleciona, refina, rejeita, interpreta e direciona o processo criativo. O prompt, nesse contexto, não é apenas um comando mecânico; ele pode funcionar como linguagem estética, direção conceitual e exercício de imaginação.

Isso não significa ignorar os riscos da inteligência artificial. Byung-Chul Han alerta para o perigo da superficialidade produzida pela aceleração digital e pelo excesso de informação. Existe, de fato, um uso vazio da IA — assim como sempre existiram obras vazias produzidas sem tecnologia alguma. O problema não está na ferramenta em si, mas na relação que estabelecemos com ela. Talvez a questão contemporânea não seja mais perguntar se a inteligência artificial substitui o humano, mas compreender como ela reorganiza nossas formas de criar, pensar e imaginar. A máquina produz possibilidades; o humano continua responsável pelo sentido. E talvez seja justamente por isso que, em tempos de algoritmos, a autoria humana se torne ainda mais necessária.

domingo, 26 de abril de 2026

Contos: novo livro de Manuel de Azevedo será lançado na FLICOOP

 

Após a bem-sucedida trajetória de Breviário Ferroviário – Poética viagem a Extremoz, obra marcada pela sensibilidade poética e pelo olhar memorialista, Manuel de Azevedo apresenta agora Contos, seu novo livro. A nova publicação reforça a versatilidade do autor, que transita da poesia para a narrativa curta com naturalidade, revelando um espírito inquieto e atento às múltiplas formas de expressão literária.

Com lançamento marcado para a FLICOOP – Feira de Livros da Cooperativa Cultural, que acontece de 19 a 22 de maio, na UERN Zona Norte, e publicação pela CJA Edições, Contos reúne histórias que dialogam com memória, identidade potiguar, afetos e experiências humanas, mantendo a escrita intimista e o olhar sensível já reconhecidos na obra do autor.

Com uma escrita sensível e intimista, Manuel de Azevedo transita entre o sertão, a infância e as experiências humanas, valorizando personagens simples e paisagens carregadas de significado cultural. Os contos revelam um olhar atento para o cotidiano, transformando lembranças e vivências em literatura marcada pela emoção e pela força narrativa.

A obra reafirma o compromisso do autor com a memória, a cultura regional e a construção poética da linguagem. Em Contos, o leitor encontra histórias que dialogam com pertencimento, tradição e identidade, compondo um retrato literário profundamente ligado ao universo potiguar.

Mais do que um livro de narrativas, Contos é um convite à escuta das vozes, dos lugares e das experiências que moldam a nossa história.

Em breve.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Quando a história vira verso


O legado de Valdenor para Extremoz 

Valdenor do Cordel: a memória, a fé e a cultura de Extremoz rimadas em versos

A obra de Valdenor do Cordel é uma das expressões mais consistentes da literatura popular em Extremoz. Por meio da tradição nordestina do cordel, o poeta transforma história, fé, lendas, comunidades rurais, identidade cultural e temas educativos em versos acessíveis, didáticos e profundamente enraizados na realidade local.

Em Extremoz, Quatro Séculos de História, Valdenor reconstrói a trajetória da antiga Aldeia do Guajiru, a presença jesuítica, a emancipação política e os marcos culturais do município, organizando a narrativa histórica em sextilhas rimadas que facilitam a leitura e fortalecem a memória coletiva.

No cordel dedicado à Comunidade do Araçá, o poeta amplia o olhar para o cotidiano da zona rural, registrando lideranças, transformações sociais, tradições produtivas e manifestações culturais que constituem a vida do povo extremozense.

Já em Mártires do RN, sua poesia dialoga com a história religiosa do estado, resgatando episódios marcantes da fé potiguar e reafirmando o papel do cordel como instrumento de preservação espiritual e cultural.

Essa diversidade temática revela a amplitude de sua produção: Valdenor não se limita a um único eixo narrativo. Ele escreve sobre história local, religiosidade, comunidades tradicionais, folclore, cidadania, educação e acontecimentos marcantes do Rio Grande do Norte. Sua linguagem simples, cadenciada e popular aproxima o leitor, tornando o conhecimento acessível sem perder o rigor da pesquisa e o cuidado com a memória.

A trilogia publicada em livros — reunindo temas de história, folclore, tradição, turismo e educação — consolida essa trajetória e representa um marco cultural para Extremoz. Ao organizar parte de sua produção em volumes estruturados, o poeta fortalece o cordel como instrumento pedagógico, identitário e patrimonial. Trata-se de uma contribuição significativa para escolas, projetos culturais e iniciativas de educação patrimonial.

Além dessa trilogia, Valdenor é autor de mais de uma centena de folhetos, ampliando ainda mais o alcance de sua poesia. Cada publicação funciona como um registro vivo da cultura popular, preservando narrativas que poderiam se perder no tempo.

Mais do que poeta, Valdenor do Cordel é um cronista popular de Extremoz. Sua obra não apenas conta histórias: ela constrói pertencimento, valoriza raízes e reafirma a importância da cultura como elemento fundamental da identidade de um povo.

Confira um bate papo com o grande poeta de Araça..



sábado, 21 de fevereiro de 2026

Livro resgata memória indígena de Extremoz

 

Será lançado no próximo dia 28 de fevereiro, em Natal, o livro Extremoz: silêncio indígena, do historiador Juarez Viana da Silva, obra que revisita o apagamento histórico das populações indígenas na formação do município de Extremoz (RN).

A publicação é editada pelo Sebo Vermelho, que celebra 40 anos de atuação como um dos mais importantes espaços de difusão literária e resistência cultural do Rio Grande do Norte. O lançamento integra a programação comemorativa da instituição.

Há ainda uma curiosidade histórica que reforça esse momento: em 1997, o Sebo Vermelho também editou o clássico História de Estremoz, da Irmã Ana Maria Dionice, obra de referência sobre a formação do município. Quase três décadas depois, a editora volta a publicar um livro que dialoga diretamente com a história e a memória de Extremoz.

Segundo o autor, a proposta do livro vai além do resgate histórico.

“Não se trata apenas de revisitar o passado, mas de compreender como certos silêncios foram construídos e como ainda influenciam a forma como entendemos nossa própria história”, afirma Juarez Viana da Silva.

Resultado de pesquisa dedicada à história local, a obra convida leitores, pesquisadores e educadores a repensarem a memória oficial e a reconhecerem a presença indígena na formação do território.

O livro conta com prefácio do professor e escritor Leandro Soares, que destaca a publicação como “um gesto de reconhecimento: uma tentativa de escutar o que o tempo silenciou”.

Prof. Leandro Soares e Abimael Silva (Sebo Vermelho)

O lançamento contará com bate-papo com o autor e sessão de autógrafos.

                    Divulgação do lançamento 


Serviço:

Lançamento do livro Extremoz: silêncio indígena

Data: 28 de fevereiro, às 9h

Local: Sebo Vermelho – Cidade Alta – Natal/RN

Exemplares à venda no local – R$ 60

sábado, 3 de janeiro de 2026

Marconi Branco celebra 45 Anos de Arte no Teatro do IFRN

 

​Prepare-se para uma noite inesquecível! 

No dia 15 de janeiro, celebramos os 45 anos de vida artística do cantor e compositor Marconi Branco. Um marco na cultura potiguar que merece uma comemoração à altura!

​O palco para esse momento histórico será o teatro do IFRN Campus Cidade Alta, um prédio de arquitetura belíssima e atmosfera única. Nada mais convidativo para uma noite de pura arte.

​Uma Constelação de Talentos:

​O evento contará com a participação de grandes ícones da música potiguar, que se unem para homenagear a trajetória de Marconi Branco:

​Vozes e Talentos: Nara Costa, Dodora Cardoso, Silvana Martins, Clara Menezes, Carlos Zens, Angelo Angolano, Paulo Santos, Sergio Luiz, Yolanda Suassuna, Magda Foa, Aninha Martins, Janaina Leite, Mili Oliveira, Natália Abade, Sarah Branco, Gege Regis e Zette Pereira.

​E MAIS: Além deste elenco de peso, a noite reserva outras grandes surpresas preparadas exclusivamente para o público presente!

​📍 Programe-se:

​Data: 15 de Janeiro

​Horário: 19h

​Local: Teatro do IFRN Campus Cidade Alta (Av. Rio Branco)

​Investimento: Apenas R$ 25,00

​Ingressos Antecipados: Garanta o seu lugar agora mesmo pelo link abaixo:

https://ticket.pedido.one/event/tSS0l2

​Você é nosso convidado especial para esta noite de história e emoção.

Mais informações @marconibranco

Mais um capítulo na história da Escola Estadual Almirante Tamandaré

  Klayta Ramalho e Betânia Valentim durante entrevista concedida para esta matéria. Klayta Ramalho e Betânia Valentim iniciam um novo ciclo ...

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